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terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Amalia Rodrigues - Povo que lavas no rio (1961)




Fica uma pequena lembrança de alguém que elevará sempre bem alto o nome de Portugal no mundo inteiro, hoje, 10 anos depois de se passar para o lado dos imortais!

segunda-feira, 7 de Setembro de 2009

Alameda (8ª estação da linha verde)

Fonte: O Leme - Imagens de Portugal


Enquanto lá para cima
em pleno Douro
se abria a barragem
cá em baixo o povo
as tias e as primas
da avenida
nova e sem fungos
aos pulos perto
da Fonte Luminosa
recebia nova investida
plástica que já foi
remodelada
era um festim
de estações
e inaugurações
até chegar a Alvalade

Enquanto isso lá fora
era assaltada
uma menina
que levou falta de material
apesar dos piropos
e do dia ser do trabalhador
do jardim universitário
do Técnico
das festas e pressas
depois do fim das aulas
para ir à discoteca
e ver na televisão
uns anos depois
a inconstitucionalidade
de quatro normas
do código do trabalho
e há quem não o consiga
ter de volta e dar voltas

E lá em baixo na estação
fase acabada
na época da grande exposição
e depois ainda mais salganhada
com a explosão
provocada pelo tempo
que tudo levou
e lá derrapou
o novo orçamento
tão à moda nacional
porém e apesar do morto
em funções
dos adiamentos
e das eternas confusões
lá se acabou a obra
com as quatro ligações.

domingo, 30 de Agosto de 2009

Rossio Hostel in Lisbon, Portugal




Mesmo no coração de Lisboa, na Baixa do mais famoso Marquês de Portugal, onde dizem que tudo é caro e está a cair de podre, há um Hostel (nem pensem no filme de terror imbecil com esse nome...) que foi considerado o 2º melhor do mundo pelos clientes. Parece mesmo que Lisboa é um paraíso de Hostels! Ficam abertas as hostilidades!!!

quinta-feira, 27 de Agosto de 2009

Lisboa Antiga - Amália



«Lisboa, velha cidade,
Cheia de encanto e beleza!
Sempre a sorrir tão formosa,
E no vestir sempre airosa.
O branco véu da saudade
Cobre o teu rosto linda princesa!

Olhai, senhores, esta Lisboa d'outras eras,
Dos cinco réis, das esperas e das toiradas reais!
Das festas, das seculares procissões,
Dos populares pregões matinais que já não voltam mais!

Lisboa, velha cidade,
Cheia de encanto e beleza!
Sempre a sorrir tão formosa,
E no vestir sempre airosa.
O branco véu da saudade
Cobre o teu rosto linda princesa!

Olhai, senhores, esta Lisboa d'outras eras,
Dos cinco réis, das esperas e das toiradas reais!
Das festas, das seculares procissões,
Dos populares pregões matinais que já não voltam mais!»

Gigliola Cinquetti - Lisboa Antigua


Lisboa Antigua

Gigliola Cinquetti

«Lisboa antigua reposa
llena de encanto y belleza
que fuiste hermosa al sonreir
y al vestir tan airosa!
El velo de la nostalgia
cubrirà tu rostro
de linda princesa.
No volveràs
Lisboa antigua y senorial
a ser morada feudal
a tu esplendor real.
Las fiestas y los lùcidos saraos
y serenatas al amanecer
ya nunca volveràn.»